A graça e a responsabilidade da comunhão estão no centro da segunda meditação da Quaresma da manhã desta sexta-feira, 13 de março, na Sala Paulo VI, na presença do Papa. O pregador da Casa Pontifícia detém-se na intuição de São Francisco ao ver as relações interpessoais como oportunidade para aprender a lógica do Evangelho: “Não estamos sozinhos e não somos tudo...
A esperança pascal não é fuga da realidade, mas compromisso com ela. Quem crê na ressurreição não ignora os problemas do mundo; ao contrário, assume uma responsabilidade maior diante deles. Porque, se a vida venceu, então toda forma de morte, seja física, social ou relacional, precisa ser enfrentada.
Artigo do teólogo Luis Marín recorda que a fé cristã só é autêntica quando coloca os pobres no centro da vida da Igreja e da missão evangelizadora.
Se a sinodalidade, como escreveu o Papa Francisco no Documento Final do Sínodo, pode fazer da Igreja “uma voz profética no mundo de hoje”, queremos que essa voz ecoe com aquelas e aqueles que buscam a dignidade de todas as pessoas na luta por m
13 março 2026Um dos temas cruciais quando falamos de moradia é das pessoas em situação de rua. Este é o tema que vamos partilhar no programa de hoje, neste itinerário da CF 2026, a Campanha da Fraternidade. A consequência mais evidente do grave problema da
05 março 2026No coração do texto-base da CF 2026, está o Iluminar, trazendo para a reflexão sobre Fraternidade e Moradia a sustentação da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja. A inspiração bíblica que é o lema da Campanha, “Ele veio morar en
05 março 2026“Outro Papo de Igreja” é uma iniciativa do Serviço Teológico-Pastoral. É um espaço de diálogo sobre os desafios de uma Igreja sinodal, à luz da Primeira Assembleia Eclesial da América Latina e Caribe.
Neste ano, a Novena Missionária oferece momentos de oração, reflexão e partilha, com o objetivo de animar a fé e o espírito missionário nas comunidades cristãs de todo o país.
O Documento de Aparecida afirma que “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica. É condição inegociável, pois em Jesus de Nazaré, Deus que se fez pobre, para enriquecer-nos com sua pobreza” (cf. 2Cor 8,9) e nos enviou para anunciar a Boa notícia aos pobres. (Lc 4)